domingo, 13 de novembro de 2016

Michael Schumacher ganha contas oficiais nas redes sociais e surpreende os fãs

Michael Schumacher ganha contas oficiais nas redes sociais e surpreende os fãs






Neste domingo (13) completam 22 anos de seu primeiro título Reprodução/Instagram Os fãs do automobilismo e do heptacampeão de Fórmula 1 Michael Schumacher tiveram uma boa surpresa neste sábado (12). O ex-piloto ganhou perfis oficiais no Facebook e no Instagram. Schumacher estava afastado da vida pública desde 2013 quando sofreu um grave acidente de esqui e ficou em coma um alguns meses.  Os fãs do alemão amaram a surpresa e seus perfis ganharam milhares de seguidores em poucas horas. Outros pilotos, como Nico Rosberg, deram as boas vindas à Schumacher às redes sociais. Neste domingo (13) completam 22 anos que o ex-piloto conquistou primeiro título em um grande prêmio, e a data foi lembrada nas redes sociais dele.

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Kaká não descarta seleção e diz que Rogério Ceni será 'excelente treinador'

Kaká não descarta seleção e diz que Rogério Ceni será 'excelente treinador'



Marc Gené, Sebastian Vettel, Kimi Raikkonen e Kaká Francisco Cepeda/AgNews O treinador da seleção mudou, mas a meta de Kaká continua sendo o retorno ao time nacional. O meia admite que ainda não está em condições de voltar à equipe, agora comandada por Tite, mas não descarta um retorno futuro caso consiga se "encaixar no quebra-cabeças" do treinador. "A minha relação com a seleção sempre foi muito boa. Não é o que eu penso agora, mas se algum momento eu estiver em condições e o Tite achar que eu posso me encaixar no esquema dele, no quebra-cabeças, eu não descartaria pensar nessa possibilidade. Mas tudo tem o seu tempo", afirmou Kaká, nesta quinta-feira, em São Paulo, onde participou de um evento com os pilotos de Fórmula 1 Kimi Raikkonen, Sebastian Vettel e Marc Gené. O meia mantém a cautela em relação a uma chance na seleção porque diz estar ciente do bom momento vivido pela equipe, graças ao esquema encontrado por Tite. "O momento da seleção é excelente. O Tite vem fazendo um ótimo trabalho. A gente tem visto os resultados. Vou torcer para a seleção ganhar da Argentina hoje (quarta)", disse, referindo-se ao duelo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, no Mineirão, em Belo Horizonte. Trinta estrangeiros caem em golpe e compram ingressos falsos para o GP Brasil São Paulo anuncia acerto com atacante Wellington Nem Kaká foi convocado para a seleção pela última vez para a Copa América Centenário, em junho. Porém, foi cortado de última hora por conta de problema físico. Ao fim da competição, com o Brasil eliminado de forma precoce, o técnico Dunga foi demitido. Tite assumiu logo em seguida e ainda não lembrou de Kaká em suas listas. No Brasil, após ver seu time ser eliminado antes dos playoffs da Major League Soccer (MLS, a liga norte-americana de futebol), Kaká diz acompanhar o São Paulo, seu ex-time. Questionado sobre a possibilidade de ver Rogério Ceni, seu ex-colega de time, assumir como novo treinador, o meia tenta ser cuidadoso.

Vettel e Kaká bateram bola em evento do patrocinador Francisco Cepeda/AgNews "É hipótese ainda. O Rogério tem muito talento dentro e fora de campo. Como líder, acredito que ele tem todas as qualidades. É uma hipótese, ainda estão sondando. Mas com certeza ele será um excelente treinador. Ele está se preparando, conversei com ele dias atrás. Está fazendo cursos na Inglaterra. Agora, quando vai ser sua estreia, se vai ser no São Paulo, a gente vai ter que esperar um pouquinho", declarou. Quanto à temporada do São Paulo, Kaká disse que o time terá que aprender rapidamente as lições para não repetir o desempenho deste ano, quando correu risco de ser rebaixado no Brasileirão. "Foi um ano difícil para o São Paulo, mas eu sou sempre muito otimista. Eu acredito que o ano foi de muitas lições e aprendizado para o São Paulo. Fiquei muito feliz com a volta do Marco Aurélio (Cunha, diretor executivo de futebol do clube), é um cara que ajuda muito. Agora o São Paulo tem que pensar no que foi feito de errado para não repetir no próximo ano."

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Tricampeonato de Senna na Fórmula 1 completa 25 anos

Tricampeonato de Senna na Fórmula 1 completa 25 anos



Senna pilotando a indefectível McLaren MP4/6 em 1991 Pascal Rondeau/Allsport/Getty Images Valeu ficar acordado até a madrugada, mesmo que tenha sido só para acompanhar dez voltas, cerca de 20% da duração daquele GP do Japão de 1991, em Suzuka. O pouco tempo de angústia para o desfecho e um esquisito segundo lugar no resultado final deram naquela ocasião a Ayrton Senna, da McLaren, o terceiro título mundial na Fórmula 1, há exatos 25 anos. A conquista não precisou do lugar mais alto do pódio, nem da bandeirada final. Na décima volta, como o concorrente direto ao título, Nigel Mansell, ficou fora da prova, o campeonato estava encerrado com uma etapa de antecedência. O inglês da Williams se perdeu na curva logo após a reta dos boxes, não conseguiu sair da caixa de brita e, assim, deixou Senna confortável para guiar o carro já no posto de campeão daquela temporada. Naquela virada de noite de 19 para 20 de outubro o torcedor atento à televisão viu o título ser mais rápido e fácil do que parecia. O resultado veio cedo, ao contrário da longa espera iniciada desde então. A conquista de Senna foi o último título brasileiro na categoria. Jamais algum representante do País repetiu o feito alcançado três vezes pelo piloto, morto em acidente em 1994. A decisão do título de 1991 coroou o favorito em prova que teve um episódio marcante nos metros finais entre os dois pilotos da McLaren. Senna, então o líder da corrida, tirou o pé do acelerador para permitir a ultrapassagem do austríaco Gerhard Berger na reta final. Foi uma ordem da equipe transmitida pelo rádio dos boxes e cumprida pelo brasileiro, embora sem grande empolgação. Ayrton Senna ganha museu a céu aberto em São Paulo A cooperação entre os dois colegas norteou as ordens da McLaren naquela temporada. Antes da largada em Suzuka, por exemplo, a estratégia era para o pole position, Berger, e o segundo colocado, Senna, continuarem com as respectivas posições para colocarem pressão no terceiro lugar, Mansell. O inglês, conhecido como "Leão", precisava ganhar para continuar com chance de título, mas movido pelo nervosismo, errou logo cedo e deixou a disputa. A temporada mais regular de Senna, ganhador das quatro primeiras etapas, terminou em Suzuka com uma certa "obediência rebelde" às ordens da escuderia. A McLaren queria colocar a dupla nas duas primeiras posições e ordenou para o brasileiro devolver a liderança tomada de Berger na 18ª volta. O campeão daquele ano relutou e tentou se fazer de desentendido, até ceder somente a metros do fim, em ultrapassagem questionada na época no ambiente da F-1. A ordem de chegada em Suzuka pouco alterou a temporada espetacular de Senna. O tricampeão realizou meses antes do GP do Japão o sonho de ganhar pela primeira vez no Brasil, em Interlagos, fora fechar o ano com sete vitórias e 12 pódios nas 16 etapas do calendário. O retorno ao Brasil, semanas depois da conquista em Suzuka, foi com muita festa nas ruas de São Paulo. JEJUM - Desde 1991 o Brasil não comemorou mais títulos mundiais na Fórmula 1. Nesses 25 anos seguintes à conquista em Suzuka, o País alcançou quatro vices. O próprio Senna ficou em segundo lugar no campeonato de 1993, superado pelo francês Alain Prost. Rubens Barrichello, em 2002 e 2004, viu Michael Schumacher se sagrar campeão. Já em 2008, Felipe Massa perdeu por apenas um ponto para Lewis Hamilton.

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

domingo, 4 de setembro de 2016

Hamilton erra na largada, Rosberg vence na Itália e embola briga pelo título. Massa termina apenas em 9º

Hamilton erra na largada, Rosberg vence na Itália e embola briga pelo título. Massa termina apenas em 9º






Com a vitória de Nico Rosber, Lewis Hamilton viu a vantagem na liderança diminuir para apenas 12 pontos Max Rossi/Reuters Com a Fórmula 1 dominada por dois pilotos que possuem carros praticamente idênticos, qualquer erro de um deles pode significar a vitória do outro. Foi o que Lewis Hamilton viveu neste domingo, no GP da Itália. Ao falhar na largada e cair da pole para a sexta colocação, o inglês praticamente entregou a vitória para seu colega e principal rival, Nico Rosberg. O alemão aproveitou, liderou de ponta a ponta e embolou a disputa pelo título da temporada. Depois de abrir 43 pontos de vantagem e ver Hamilton tomar-lhe a ponta da classificação do Mundial de Pilotos, Rosberg agora volta de vez à briga pelo título. Com o triunfo deste domingo, o alemão chegou a 248 pontos, somente dois atrás do inglês, que lidera a tabela. A vitória de Rosberg não foi ameaçada em nenhum momento. Ele completou as 53 voltas do tradicional Circuito de Monza em 1h17min28s089, pouco mais de 15 segundos à frente de Hamilton, que precisou fazer uma prova de recuperação para terminar ao menos na segunda colocação. Massa anuncia que irá se aposentar da Fórmula 1 ao final desta temporada Fora desta briga particular da Mercedes em que se transformou o campeonato, a Ferrari foi quem apareceu melhor neste domingo, para alegria dos fanáticos torcedores italianos. Sebastian Vettel terminou na terceira colocação e completou o pódio. Pouco atrás, apareceu o outro piloto da equipe, Kimi Raikkonen, em quarto. Na semana em que anunciou o adeus à Fórmula 1 no fim do ano, Felipe Massa pôde comemorar o fato de ter terminado a prova na zona de pontuação. Depois de largar em 11.º, o brasileiro da Williams chegou em nono. Bem diferente de Felipe Nasr. O piloto da Sauber largou em 18.º, se envolveu em um choque com Jolyon Palmer e abandonou nas primeiras voltas. Com 14 etapas já disputadas e com a briga particular dos pilotos da Mercedes mais quente do que nunca, a Fórmula 1 agora vai para Cingapura, onde acontecerá a próxima prova, no dia 18 de setembro. Fique por dentro de tudo o que vai rolar na 24ª edição do Rally dos Sertões

Vettel comemora terceira colocação Max Rossi/Reuters A PROVA - As emoções do GP da Itália ficaram todas no início da corrida deste domingo. Depois de fazer uma volta perfeita no sábado e conquistar a pole com quase meio segundo de vantagem para Rosberg, Hamilton era o grande favorito. Só que ninguém poderia esperar por uma largada tão ruim do inglês. Inexplicavelmente após o sinal verde aparecer, Hamilton foi extremamente lento. A ótima largada de Sebastian Vettel, que o ultrapassou com facilidade, pareceu também atrapalhar. Com isso, o inglês foi ficando para trás. Foi passado também por Rosberg, Raikkonen, Daniel Ricciardo e Valtteri Bottas, caindo para sexto. A liderança ficou com Rosberg, que não mais a perderia. Bem mais atrás, o brasileiro Felipe Massa também conseguiu uma boa largada e saltou de 11.º para oitavo depois de bela ultrapassagem sobre Fernando Alonso. Organização rebate chefão da Fórmula 1 e descarta perder GP do Brasil Só que a superioridade do carro da Mercedes fez com que a sexta posição de Hamilton fosse apenas temporária. Já na segunda volta, o piloto ultrapassou Ricciardo. Pouco depois, foi a vez de Bottas ficar para trás. As paradas nos boxes dos principais concorrentes levaram o inglês à segunda posição. Também na segunda volta, chegou ao fim a corrida de Felipe Nasr. Ele se envolveu em um toque com Palmer, que furou seu pneu e o tirou da pista. Lá na frente, não bastasse a evidente superioridade de seus carros, a Mercedes também acertou na estratégia. Ao contrário das concorrentes, a equipe colocou pneus médios nos carros de seus pilotos e, com isso, realizou somente um pit stop. A decisão fez, mais uma vez, com que Rosberg e Hamilton disputassem uma corrida particular, a muitos segundos de distância dos rivais. Só que o erro no início da prova impediu que Hamilton sequer ameaçasse a vitória de Rosberg. Com isso, a metade final da corrida serviu apenas para confirmar o triunfo do alemão. De emoção nas voltas finais, somente a bela ultrapassagem de Ricciardo sobre Bottas a cinco voltas para o fim, conquistando a quinta colocação. Confira a classificação final do GP da Itália: 1º - Nico Rosberg (ALE/Mercedes), em 1h17min28s089 2º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), a 15s070 3º - Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), a 20s990 4º - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), a 27s561 5º - Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull), a 45.295 6º - Valtteri Bottas (FIN/Williams), a 51s015 7º - Max Verstappen (HOL/Red Bull), a 54s236 8º - Sergio Pérez (MEX/Force India), a 1min04s954 9º - Felipe Massa (BRA/Williams), a 1min05s617 10º - Nico Hülkenberg (ALE/Force India), a 1min18s656 11º - Romain Grosjean (FRA/Haas), a 1 volta 12º - Jenson Button (ING/McLaren), a 1 volta 13º - Fernando Alonso (ESP/McLaren), a 1 volta 14º - Esteban Gutiérrez (MEX/Haas), a 1 volta 15º - Carlos Sainz Jr. (ESP/Toro Rosso), a 1 volta 16º - Marcus Ericsson (SUE/Sauber), a 1 volta 17º - Kevin Magnussen (DIN/Renault), a 1 volta 18º - Esteban Ocon (FRA/Manor), a 2 voltas Não terminaram a prova: Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso) Jolyon Palmer (ING/Renault) Pascal Wehrlein (ALE/Manor) Felipe Nasr (BRA/Sauber)

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

sábado, 3 de setembro de 2016

Após anunciar aposentadoria, Massa vai largar em 11º no GP da Itália da F1. Hamilton crava mais uma pole

Após anunciar aposentadoria, Massa vai largar em 11º no GP da Itália da F1. Hamilton crava mais uma pole

Após longa carreira na F1, Massa anunciou que deixará pirncipal categoria do automobilismo ao fim da temporada Max Rossi/Reuters Dois dias depois de anunciar sua aposentadoria da Fórmula 1 ao fim da temporada, Felipe Massa não foi bem no treino classficatório do Grande Prêmio de Monza, na Itália. No palco escolhido especialmente por ele para o anúncio do adeus, em homenagem ao ex-piloto Michael Schumacher, sofreu com problemas no carro e cravou somente a 11.ª posição, ficando inclusive fora do Q3. O inglês Lewis Hamilton, por sua vez, confirmou o grande momento que vive na temporada 2016 da Fórmula 1 e cravou a pole position. No tradicional Circuito de Monza, voltou a vencer a batalha interna com seu companheiro de Mercedes, o alemão Nico Rosberg, e largará na primeira colocação da prova deste domingo (4). Esta foi a sétima pole de Hamilton em 14 etapas no ano. Já foram seis vitórias para o inglês, que conseguiu uma ótima arrancada depois de um início de ano complicado, ultrapassou Rosberg na classificação e hoje ocupa a ponta, com 232 pontos, nove à frente do alemão. Organização rebate chefão da Fórmula 1 e descarta perder GP do Brasil em 2017 Na última prova, na Bélgica, Rosberg levou a melhor e subiu no lugar mais alto do pódio, mas Hamilton foi quem deixou a pista com o sabor da vitória. Isso porque largou na penúltima colocação e conseguiu uma inesperada terceira posição. Neste sábado (3), o inglês voltou a mostrar que vive grande momento ao fazer o melhor tempo do dia, com 1min21s135, quase meio segundo à frente de Rosberg, que sairá em segundo depois de cravar 1min21s613. Fora desta briga particular da Mercedes em que se transformou a temporada, a Ferrari foi a melhor equipe e ocupará a segunda fila no grid, um prêmio para a fanática torcida italiana que compareceu em peso ao Circuito de Monza. Sebastian Vettel será o terceiro, após cravar 1min21s972. Kimi Raikkonen sairá em quarto, com 1min22s065.

Hamilton comemora mais um pole no ano Max Rossi/Reuters O TREINO  O Q1 já mostrou que o dia não seria mesmo dos brasileiros. Felipe Massa até conseguiu o 12.º tempo e avançou à fase seguinte, mas Felipe Nasr seguiu seu calvário nesta temporada da Fórmula 1 e ficou com a 18.ª posição. Um problema no motor foi o mais novo obstáculo para o piloto da Sauber. Mas foi o Q2 que comprovou o péssimo sábado para os brasileiros. Tudo parecia transcorrer sem problemas, com Massa na décima colocação, até os últimos momentos do estágio. Sergio Pérez e Daniel Ricciardo iam ficando de fora, mas buscaram voltas rápidas em suas últimas aparições na pista. Com isso empurraram o piloto da Williams para 11o. O brasileiro também tentou se salvar na última volta, mas não fez o suficiente. Com isso, ficou fora do Q3 e selou sua posição no grid. Fernando Alonso e Jenson Button, sofrendo com mais uma temporada fraca da McLaren, também pararam no Q2. O espanhol sairá na 12.ª colocação, enquanto o inglês foi um pouco pior e será somente o 15.º. No Q3, nada de emoção. Hamilton rapidamente saltou na frente da classificação e viu Rosberg falhar nas tentativas de alcançá-lo. Com o cronômetro já zerado, o alemão ainda completou uma última volta, mas bem atrás de seu principal rival, que pôde comemorar mais uma pole na carreira. Felipe Nasr não foi bem e parou no Q1 e sairá somente em 18.º   Confira o grid de largada do GP da Itália: 1º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), 1min21s135 2º - Nico Rosberg (ALE/Mercedes), 1min21s613 3º - Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), 1min21s972 4º - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 1min22s065 5º - Valtteri Bottas (FIN/Williams), 1min22s388 6º - Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull), 1min22s389 7º - Max Verstappen (HOL/Red Bull), 1min22s411 8º - Sergio Pérez (MEX/Force India), 1min22s814 9º - Nico Hülkenberg (ALE/Force India), 1min22s836 10º - Esteban Gutiérrez (MEX/Haas), 1min23s184 11º - Felipe Massa (BRA/Williams), 1min22s967 12º - Romain Grosjean (FRA/Haas), 1min23s092 13º - Fernando Alonso (ESP/McLaren), 1min23s273 14º - Pascal Wehrlein (ALE/Manor), 1min23s315 15º - Jenson Button (ING/McLaren), 1min23s399 16º - Carlos Sainz Jr (ESP/Toro Rosso), 1min23s496 17º - Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso), 1min23s825 18º - Felipe Nasr (BRA/Sauber), 1min23s956 19º - Marcus Ericsson (SUE/Sauber), 1min24s087 20º - Jolyon Palmer (ING/Renault), 1min24s230 21º - Kevin Magnussen (DIN/Renault), 1min24s436 22º - Esteban Ocon (FRA/Manor), sem tempo*

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Massa anuncia que irá se aposentar da Fórmula 1 ao final desta temporada

Massa anuncia que irá se aposentar da Fórmula 1 ao final desta temporada

Felipe Massa anunciou que irá se aposentar ao fim desta temporada Getty Images

Felipe Massa conquistou 11 vitórias em 14 anos de carreira na F-1 REUTERS/Yves Herman Um dia antes do início dos treinos livres do GP da Itália, marcado para este domingo, em Monza, Felipe Massa anunciou nesta quinta-feira que irá se aposentar da Fórmula 1 ao final desta temporada. O piloto de 35 anos de idade revelou que não renovará o seu contrato com a Williams, que expira ao término deste ano, e assim deixará a categoria máxima do automobilismo. R7 Play: assista aos programas da Record quando e onde quiser Dono de 11 vitórias pela Ferrari entre as temporadas de 2006 e 2008, sendo que nesta última foi vice-campeão ao perder o título para Lewis Hamilton em campeonato definido apenas na última volta do GP do Brasil, em Interlagos, Massa assim irá encerrar uma trajetória que ele iniciou em 2002, quando estreou na F1 no GP da Austrália, então pela equipe Sauber. Ao todo, o brasileiro contabiliza 242 corridas na categoria, na qual, além das 11 vitórias, conquistou 16 pole positions, 15 melhores voltas e esteve presente no pódio em 41 provas. Em meio a momento ruim pela Williams, na qual segue sem conseguir resultados expressivos, ele agora então terá mais oito corridas pela frente nesta sua reta final da carreira de piloto de F1 - a última delas será em 27 de novembro, no GP de Abu Dabi. "Estou mais nervoso do que em todas as minhas largadas! Depois de 27 anos competindo, desde quando comecei no kart, e após 15 anos na Fórmula 1, esta será a minha última temporada", afirmou Massa aos jornalistas nesta quinta-feira, ao confirmar a sua decisão. "Serão minhas últimas oito corridas na F1 e eu as curtirei o máximo possível. Muito obrigado a todos que estiveram ao meu redor e que acompanharam minha carreira. Estou orgulhoso de minha carreira, mesmo tendo perdido um campeonato por um ponto", completou, lembrando da disputa emocionante que travou com Hamilton no Mundial de 2008. Massa, por sinal, viu o seu desempenho na Fórmula 1 começar a cair de forma mais significativa a partir do GP da Hungria de 2009, quando sofreu um grave acidente no treino de classificação para a prova. Naquela ocasião, foi atingido em cheio no capacete por uma mola que se soltou do carro do seu compatriota Rubens Barrichello e bateu forte em seguida, precisando ser levado ao hospital em estado preocupante. Após o trauma, ele só voltou a correr em 2010. Ao lado de Rubinho, por sua vez, Massa é o quarto brasileiro com maior número de vitórias na Fórmula 1, com 11 cada um. Os dois só ficam atrás de Ayrton Senna, que acumulou 41 triunfos, Nelson Piquet (23) e Emerson Fittipaldi (14). Em sua trajetória na F1, Massa disputou três temporadas pela Sauber entre 2002 e 2005, sendo que em 2003 atuou como piloto de testes da Ferrari e ficou fora do grid do campeonato. E ele foi titular da tradicional equipe italiana entre 2006 e 2013, antes de ser contratado pela Williams, na qual está desde 2014.

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

domingo, 31 de julho de 2016

Lewis Hamilton vence GP da Alemanha e amplia liderança na F1

Lewis Hamilton vence GP da Alemanha e amplia liderança na F1






Hamilton comemora vitória no Grande Prêmio da Alemanha de F-1 REUTERS/Ralph Orlowski O britânico Lewis Hamilton, da Mercedes, venceu o Grande Prêmio da Alemanha de Fórmula 1 neste domingo, garantindo sua quarta vitória consecutiva e ampliando sua vantagem sobre o companheiro de equipe Nico Rosberg na líderança do campeonato. Os brasileiros Felipe Massa, da Williams, e Felipe Nasr, da Sauber, não terminaram a corrida. Hamilton tirou vantagem no começo da corrida de Rosberg, que estava na pole e fez uma corrida decepcionante na frente da sua torcida, sem liderar a prova. O britânico cruzou a linha de chegada 6,9 segundos à frente de Daniel Ricciardo, da Red Bull, no pódio pela segunda vez seguida em sua 100ª participação em GPs. Seu colega de equipe, Max Verstappen terminou em terceiro lugar, garantindo à Red Bull seu primeiro pódio duplo em mais de um ano. Rosberg, que parecia imbatível após ter se superado a cada sessão nos treinos, ficou com a quarta colocação, tendo ganhado cinco segundos como penalidade por forçar Verstappen para fora pista. Foi a sexta vitória de Hamilton nas últimas sete corridas e quarta em seguida. A 49ª vitória na carreira do atual campeão o deixou com apenas duas atrás da marca de 51 vitórias do francês Alain Prost. Ele agora lidera à frente de Rosberg por 19 pontos na classificação, com nove rodadas de uma temporada recorde de 21 corridas restantes. As Ferraris de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen ficaram em quinto e sexto lugares, respectivamente.

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

terça-feira, 26 de julho de 2016

Sogra de chefe da F1 é sequestrada em São Paulo

Sogra de chefe da F1 é sequestrada em São Paulo






Bernie Ecclestone é o chefe comercial da Fórmula 1 AE A sogra do chefe comercial da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, foi sequestrada em São Paulo e criminosos estão pedindo 120 milhões de reais em resgate, de acordo com reportagens. Aparecida Shunck, mãe da mulher de Ecclestone, Fabiana Flosi, foi levada na noite de sexta-feira, relatou a mídia. Segundo o site de notícias G1, os criminosos estão mantendo contato com a família. Ecclestone, que possui, junto com sua família, fortuna estimada pela revista Forbes em 3,1 bilhões de dólares, é um dos mais poderosos dirigentes esportivos do mundo. Ele casou com Fabiana em 2012, três anos após conhecê-la no Grande Prêmio do Brasil de F1. Ecclestone, de 85 anos, se divorciou de sua então esposa, a modelo croata Slavic Radic, para casar com a brasileira. O casal mora na Inglaterra. O crime de sequestro era comum no Brasil há uma década, com diversas pessoas sendo vítimas todos os dias, muitas vezes por quantias de poucas centenas de dólares. Uma repressão policial, incluindo a formação de uma divisão especial antissequestro, reduziu o número de forma considerada, tornando o crime mais raro ultimamente. (Reportagem Andrew Downie)

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

terça-feira, 14 de junho de 2016

Organização rebate chefão da Fórmula 1 e descarta perder GP do Brasil em 2017

Organização rebate chefão da Fórmula 1 e descarta perder GP do Brasil em 2017



GP do Brasil Fórmula 1 deste ano acontece em 13 de novembro Mark Thompson/Getty Images A organização do GP do Brasil de Fórmula 1 divulgou nota oficial nesta terça-feira (14) para descartar a possibilidade de a edição de 2017 da prova no País ser cancelada. A possibilidade surgiu depois que Bernie Ecclestone, chefão da categoria, afirmou em entrevista para a revista alemã Auto Motor und Sport, que há uma séria ameaça à realização da corrida em São Paulo no próximo ano em decorrência de dificuldades financeiras.

A nota oficial publicada distribuída pela organização da prova de F-1 disputada anualmente em Interlagos disse que "a verdade é que não existe condição legal para o rompimento do contrato com a empresa promotora do evento, a Interpub, cuja validade vai até 2020". Em seguida, assegurou que as melhorias no autódromo paulistano para a continuidade do evento nos próximos anos estão dentro do cronograma exigido pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e pelos organizadores da categoria máxima da velocidade.

"A Prefeitura Municipal de São Paulo está seguindo à risca o projeto de reforma do autódromo de Interlagos que, este ano, está em sua terceira fase. Para o GP deste ano, a área de paddock será ampliada, melhorando ainda mais as condições de trabalho das equipes", continua a nota oficial, na qual lembra do acerto de um acordo recém-firmado pela organização da prova que consequentemente trará novas receitas para o GP do Brasil de F-1.

"A Interpub acabou de fechar contrato exclusivo com a Heineken para o fornecimento de cerveja em Interlagos. O Brasil é um dos principais mercados em expansão para a marca. A Heineken tornou-se, a partir do GP do Canadá, uma das patrocinadoras oficiais da categoria", destacou a nota, na qual aproveitou para finalizar em seguida que os ingressos para a edição de 2016 da corrida brasileira estão à venda por meio do "único site oficial do evento - www.gpbrasil.com.br".

O final de semana de disputas do GP do Brasil de 2016 será realizado nos dias 11, 12 e 13 de novembro, na penúltima etapa do Mundial. A última prova da categoria acontece com o GP de Abu Dabi, nos dias 25, 26 e 27 de novembro.

Programas da Record na íntegra no R7 Play

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Hamilton admite que vantagem de Rosberg na temporada "é grande coisa"

Hamilton admite que vantagem de Rosberg na temporada "é grande coisa"



Lewis Hamilton começou a temporada atrás de Rosberg Reprodução/Instagram O tricampeão mundial de Fórmula 1 Lewis Hamilton ainda não perdeu a liderança de uma temporada para seu companheiro de Mercedes, Nico Rosberg, mas não está nem perto de subestimar o desafio que terá pela frente neste ano. Vendo Rosberg 36 pontos à sua frente depois de vencer as três primeiras corridas da atual campanha, que somadas lhe concederam 75 pontos, o britânico rejeitou nesta quinta-feira as insinuações de que a diferença não é grande coisa. "Não encaro isso com leviandade e não encaro como se não fosse grande coisa. É uma grande coisa", afirmou ele aos repórteres às vésperas do Grande Prêmio da Rússia. "São 36 pontos. É uma corrida e mais um pouco... não encaro isso pensando "ah, não é nada". É uma ladeira íngreme para se subir." Olhando pelo lado positivo, em 2014 Hamilton superou uma defasagem de 29 pontos em relação a Rosberg, e esta temporada será a mais longa da história, com 21 provas. Ainda há 18 pela frente, incluindo uma série de circuitos onde ele dominou em outras ocasiões. A Rússia, que estreou no calendário dois anos atrás, depois de sediar a Olimpíada de Inverno no mesmo local da corrida de domingo, dará a Hamilton uma grande chance de diminuir a vantagem de Rosberg, já que ele venceu ali em 2014 e 2015. Assista aos programas da Record no R7 Play

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

domingo, 24 de abril de 2016

Fernando Alonso diz que ainda tem habilidade para vencer os melhores da F-1

Fernando Alonso diz que ainda tem habilidade para vencer os melhores da F-1






Fernando Alonso afirmou estar confiante quanto a vencer qualquer um Getty Images Sem vencer uma corrida desde 2013, o bicampeão Fernando Alonso acredita que ainda tem potencial para fazer bonito na Fórmula 1. Nesta sexta-feira, ele garantiu que tem habilidades suficientes para vencer os melhores da atualidade se puder correr nas mesmas condições. O piloto espanhol não citou nomes, mas sugere que os melhores são o inglês Lewis Hamilton e o alemão Nico Rosberg, da poderosa Mercedes. "Eu sempre me sinto confiante quanto a vencer qualquer um", declarou o espanhol, em entrevista ao canal Sky, da Itália. "Eu não acho que eu seja melhor que os outros quando se mede apenas a velocidade num treino classificatório. Não acho que seja melhor que qualquer um em pista molhada, ou seca, no treino ou na corrida... Mas se você me colocar no mesmo carro que outro piloto, na mesma pista, no mesmo momento, eu acho que vou vencê-lo. Talvez eu não seja o melhor em todos setores, mas vou vencê-lo mesmo assim." Ao fazer estas declarações, Alonso tenta recuperar o espaço que vem perdendo na F1 nos últimos anos. Campeão em 2005 e 2006, o espanhol parecia prestes a dominar a categoria, principalmente ao trocar a Renault pela Ferrari. O sonho do tricampeonato, porém, não se concretizou. E Alonso teve fraco desempenho em seu último ano na equipe italiana. Na McLaren, a situação foi ainda mais difícil em seu primeiro ano. Diante do retorno da Honda ao time britânico, Alonso e o inglês Jenson Button tiveram performance sofrível em 2015. Agora, o espanhol demonstra ansiedade para voltar a brilhar na Fórmula 1. "Agora que o carro tem potencial para ser competitivo e para estar até no Q3 [última sessão do treino classificatório], quando você tem uma oportunidade, não pode perder. E, quando acontece, é por causa de uma bandeira vermelha", afirma, referindo-se a uma chance perdida na China. "Você fica muito frustrado porque sabe que uma oportunidade como esse pode não surgir de novo." Após três etapas disputadas neste ano, o espanhol ainda não somou pontos no Mundial de Pilotos. O mesmo acontece com seu companheiro Jenson Button. Assista aos programas da Record no R7 Play

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

sábado, 23 de abril de 2016

Piloto espanhol posta foto dizendo que sua recuperação está completa

Piloto espanhol posta foto dizendo que sua recuperação está completa



Fernando Alonso diz estar melhor Reprodução/Instagram Depois de quase um mês de seu acidente, o piloto de Fórmula 1 Fernando Alonso postou uma foto em seu Instagram e disse que sua recuperação está completa. O espanhol sofreu um grave acidente durante o GP da Austrália, dia 20 de março, que deixou seu carro destruído. Felizmente, o piloto não sofreu muitas lesões, mas teve que ficar sem correr por um tempo. Alonso estava se esforçando para acelerar sua recuperação e poder voltar o mais rápido possível para as pistas.O piloto chegou a correr no GP da China, que aconteceu dia 17 de abril, e deve estar 100% até o GP da Rússia, no dia 1° de maio. Assista aos programas da Record com o R7 Play

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

domingo, 27 de março de 2016

"Alonso se salvou por pouco", afirma médico da Fórmula 1

"Alonso se salvou por pouco", afirma médico da Fórmula 1



Carro de Alonso ficou completamente destruído após acidente Getty Images No último domingo, o piloto Fernando Alonso viu, de novo, a sua vida passar diante de seus olhos, após sofrer um grave acidente no Grande Prêmio da Austrália. O carro do espanhol chegou a capotar e bater com forma no muro. Ele, no entanto, saiu totalmente ileso. Para o médico da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), doutor Jurgen Lindemann, Alonso teve sorte após a impressionante batida. "Quando um piloto experiente como Alonso se vê nas imagens voando pelos ares e saindo ileso pode dizer a si mesmo: "Este carro é o mais seguro possível". Mas não nos esqueçamos de uma coisa. Ele teve sorte. Se salvou por pouco", disse Lindemann em entrevista à revista alemã Der Spiegel, reproduzida pelo espanhol Mundo Deportivo. Para Lindemann, Alonso só não se acidentou gravemente porque os pilotos da Fórmula 1 nos dias de hoje estão fisicamente preparados.
"Eu não estava lá, mas tenho certeza que lhe doía tudo, ossos e músculos. Isso demora uma semana para melhorar e depois passa, por regra geral. Os pilotos têm corpos muito bem treinados e elásticos. Podem encarar algo assim", afirmou o médico. O acidente de Alonso aguçou o debate sobre a melhora no cockpit dos pilotos. Alguns defendem que este deve ser todo fechado, para maior segurança.  Outros, no entanto, acham que o carro não apresentará a mesma estética presente hoje. A decisão sobre este tema deve ser tomada no final do mês de abril Assista aos programas da Record no R7 Play

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

sábado, 26 de março de 2016

FIA contraria pilotos e mantém formato polêmico de treino no próximo GP

FIA contraria pilotos e mantém formato polêmico de treino no próximo GP






Nico Rosberg venceu o GP da Austrália Getty Images A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) deu de ombros ao pedido dos pilotos e decidiu nesta quinta-feira que não vai alterar o formato do treino de classificação para a segunda etapa da temporada da Fórmula 1, dia 3 de abril, no Bahrein. As novas regras, que estrearam no GP da Austrália, causaram indignação dos pilotos, que foram unânimes nas críticas. Em carta assinada por Sebastian Vettel e Jenson Button em nome da Associação de Pilotos de Grandes Prêmios (GPDA, na sigla em inglês), eles pediram que as mudanças, que já haviam sido cogitadas pelo próprio Bernie Ecclestone, o chefão da F1, tivessem efeito imediato. "Os pilotos chegaram à conclusão de que o processo que toma as decisões no esporte é antiquado e mal estruturado e impede o progresso. Sentimos que algumas mudanças recentes nas regras tanto no âmbito esportivo como técnico, e também algumas diretivas empresariais, são perturbadoras, não enfrentam as grandes questões que enfrenta o nosso esporte e em alguns casos poderiam por em risco seu futuro êxito", diz o forte comunicado dos pilotos. Confira a página de automobilismo do R7 No domingo, antes mesmo da corrida em Melbourne, as equipes decidiram de maneira unânime que desejavam retornar à antiga forma de disputa pela classificação no grid. "Houve um encontro e decidimos retomar a fórmula dos anos anteriores para definir a classificação. Ainda precisa ser ratificado pela Comissão da F1, mas eu gostaria de saber quem defenderia o treino classificatório de sábado", afirmou na ocasião Toto Wolff, chefe de equipe da Mercedes, em entrevista ao site da Autosport. O problema é que a Comissão da F1 não aprovou essas mudanças. Nesta quinta, em encontro que contou com acionistas da F1, liderados por Ecclestone, as equipes e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), foi decidido que o treino de classificação manterá seu formato. "Vamos deixar as coisas como estão para esta prova (do Bahrein). Depois estudaremos para decidir se o que foi feito era o adequado, se não era o adequado, se precisa de modificação ou de anulação. Esta foi uma ideia da FIA, de modo que tenho que decidir que apoiaremos tudo que eles considerem o correto", avisou Ecclestone. As principais críticas para o formato de disputa pela pole position em 2016 aconteceram pela falta de ação durante o treino. No sábado, Lewis Hamilton fez um ótimo tempo e resolveu poupar o carro para a corrida. As outras equipes se contentaram com o que conquistaram e também acabaram por deixar os carros nos boxes.

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

sábado, 26 de dezembro de 2015

Ex-agente de Schumacher diz que esposa o impediu de fazer visitas

Ex-agente de Schumacher diz que esposa o impediu de fazer visitas



Veja a galeria completa Michael e Willi Weber no GP da Europa de 2009 Getty Images Ex-agente de Michael Schumacher, Willi Weber criticou publicamente neste sábado a esposa do ex-piloto, Corinna. Nas redes sociais, Weber afirmou que não está podendo visitar o heptacampeão da Fórmula 1 desde o acidente ocorrido há dois anos. E Corinna seria a responsável pela proibição. "Corinna está me impedindo de ter qualquer contato com Michael. Já tentei dezenas de vezes de ter a permissão dela, mas não tive nenhum sucesso", declarou Weber, ao jornal alemão Bild, para o qual reiterou as declarações que fez em postagem no Facebook. Schumacher tenta dar pequenos passos, diz revista Ao jornal, o ex-empresário de Schumacher disse não saber as razões das negativas de Corinna. "Eu não sei o que falar, não sei quais são os motivos. Não sei o que está por trás disso. Há sempre muitas desculpas e evasivas. Recentemente, ela disse que não permitira por medo de haver alguma infecção por bactéria", afirmou. Weber foi agente de Schumacher entre os anos de 1988 e 2010. Foi neste período que o alemão brilhou na F1, conquistando sete títulos e derrubando seguidos recordes. Ele era uma das pessoas mais próximas do ex-piloto, que deixou a categoria em definitivo no fim de 2012. "Antes do acidente, minha relação com Michael era sensacional", afirmou. Schumacher sofreu o grave acidente numa pista de esqui, nos Alpes Franceses, no dia 29 de dezembro de 2013. Uma forte pancada na cabeça deixou o ex-piloto em coma. Desde então, a família, alegando privacidade, divulgou raras informações sobre o estado de saúde do heptacampeão, que se recupera do acidente em casa, desde setembro do ano passado. R7 Play: Assista à Record onde e quando quiser

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Taskbar winXP missing or bugged [fixed]

Taskbar winXP missing or bugged [fixed]


You may delete the following register key and the system will restore to default values.

Go to regedit.exe
Locate and delete the keys inside the folder Desktop:

HKEY_USERS\S-1-5-21-1409082233-1637723038-8395...\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Streams\Desktop

or

\HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\
Streams\Desktop\TaskbarWinXP

Restart exprorer.exe


sábado, 28 de novembro de 2015

Rosberg leva a sexta pole position da temporada e larga na frente no GP de Abu Dhabi

Rosberg leva a sexta pole position da temporada e larga na frente no GP de Abu Dhabi



Campeonato já está decidido. Mas que vai levar a saideira? Getty Images Nico Rosberg anotou sua sexta pole position seguida e negou ao companheiro de Mercedes, Lewis Hamilton, a marca simbólica de 50 na Fórmula 1, neste sábado (28), no treino classificatório para o Grande Prêmio de Abu Dhabi, o último da temporada. O alemão, que corre com o número seis no seu carro, deixou o melhor para o fim, com uma excelente volta debaixo das luzes do circuito de Yas Marina, que derrubou o tricampeão mundial da primeira posição do grid. "Estou mais rápido no momento e muito feliz por causa disso. Estou aproveitando o momento e feliz por estar na pole novamente", disse Rosberg, que estava preocupado, depois dos treinos de sexta-feira, porque está usando um motor com muita quilometragem. Hamilton havia chegado ao topo apenas segundos antes, mas Rosberg, o vencedor das últimas duas corridas, melhorou seu jogo para cruzar a linha 0s377 mais rápido que o adversário e repetir a pole de 2014. Com os dois campeonatos decididos há muito tempo, para Hamilton e a Mercedes, a corrida de domingo parece um duelo entre os dois companheiros de equipes, ambos determinados a irem para as férias com uma vitória nas costas. A 15ª primeira fila dos dois foi um recorde para uma única temporada e mais uma marca pode ser derrubada no domingo, porque a Mercedes pode encerrar outra temporada dominante com uma dobradinha. "Eu realmente tive alguns problemas com o carro", disse Hamilton, que foi o mais rápido nas duas primeiras etapas do classificatório. "Estivemos trabalhando muito forte para fazer algumas mudanças, tivemos que tirar coisas do carro, mas Nico foi apenas muito rápido", acrescentou o britânico, que se conforta com o fato de que apenas uma vez em seis anos a corrida foi vencida pelo pole position. Hamilton venceu ano passado e está atrás da sua 44ª vitória na carreira - com o carro número 44 no 44° aniversário da fundação dos Emirados Árabes Unidos. Kimi Raikkonen, da Ferrari, e Sergio Pérez, da Force India, compõem a segunda fila atrás dos pilotos da Mercedes. O tetracampeão Sebastian Vettel, companheiro de Raikkonen e vencedor de três corridas este ano, classificou-se apenas em 16° depois que o time acreditou que a sua volta seria suficiente para ele avançar à próxima fase. "O carro está muito bom este final de semana", disse Raikkonen, que terá um jogo de pneus super-macios para a corrida, ao contrário dos dois carros a sua frente. "Eu sabia que havia espaço para melhorar. Ainda foi um pouco atrás do que os outros dois fizeram". O australiano Daniel Ricciardo começa em quinto lugar, com a sua Red Bull, e Valtteri Bottas, da Williams, está ao seu lado na terceira fila. Romain Grosjean, da Lotus, que irá para a Haas na próxima temporada, classificou-se em 15°, após encostar o carro na segunda fase por causa de um problema com a marcha. A McLaren, com motor Honda, recebeu notícias melhores, com Jenson Button classificando-se em 12° lugar, ao final da pior temporada da história deles. Confira o grid de largada do GP de Abu Dabi de Fórmula 1: 1) Nico Rosberg (ALE/Mercedes), 1min40s237 2) Lewis Hamilton (ING/Mercedes), 1min40s614 3) Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 1min41s051 4) Sergio Pérez (MEX/Force India), 1min41s184 5) Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull), 1min41s444 6) Valtteri Bottas (FIN/Williams), 1min41s656 7) Nico Hülkenberg (ALE/Force India), 1min41s686 8) Felipe Massa (BRA/Williams), 1min41s759 9) Daniil Kvyat (RUS/Red Bull), 1min41s933 10) Carlos Sainz Jr. (ESP/Toro Rosso), 1min42s708 ------------------------------------------------ 11) Max Verstappen (HOL/Toro Rosso), 1min42s521 12) Jenson Button (ING/McLaren), 1min42s668 13) Pastor Maldonado (VEN/Lotus), 1min42s807 14) Felipe Nasr (BRA/Sauber), 1min43s614 15) Romain Grosjean (FRA/Lotus), sem tempo ------------------------------------------------ 16) Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), 1min42s914 17) Fernando Alonso (ESP/McLaren), 1min43s187 18) Marcus Ericsson (SUE/Sauber), 1min43s838 19) Will Stevens (ING/Marussia), 1min46s297 20) Roberto Merhi (ESP/Marussia), 1min47s434

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Pilotos pedem mais emoção nas corridas de Fórmula 1

Pilotos pedem mais emoção nas corridas de Fórmula 1



Veja a galeria completa Hamilton, Rosberg e Vettel querem mais emoção na Fórmula 1 Felipe Rau/Estadão Conteúdo Os três primeiros colocados no GP do Brasil de Fórmula 1 deste domingo, em Interlagos, reforçaram o antigo pedido dos fãs de Fórmula 1 e disseram que a categoria precisa propiciar mais ultrapassagens. O vencedor da prova, o alemão Nico Rosberg, assim como os outros dois presentes ao pódio, o inglês Lewis Hamilton e o também alemão Sebastian Vettel, afirmam que é preciso mudanças, mas lamentaram que isso dependa dos dirigentes. A prova em Interlagos teve poucas ultrapassagens e para os pilotos, isso deve às características da pista e da Fórmula 1 atual. "Se você prestar atenção no que era há 10, 20 anos atrás, era diferente e tinha mais ultrapassagens nas corridas", comentou Vettel, da Ferrari. Segundo o alemão, atualmente é muito impossível passar por um concorrente mesmo que esteja até dois décimos de segundo mais rápido. Vettel explicou que a categoria pode ser mais equilibrada com uma mudança nos compostos de pneu. "É simples. Melhores pneus nos fariam ir mais rápidos. Pilotos sempre querem mais velocidade. Infelizmente, o esporte é muito político, com diferentes interesses de variadas pessoas. Penso que o melhor seja dar ao fornecedor, neste caso a Pirelli, a chance de melhorar o produto", afirmou. Felipe Massa sofre punição e é desclassificado O tricampeão Hamilton também não poupou críticas aos dirigentes. "O que nós falamos sobre isso não importa. Os grandes chefes tomam as decisões independente se escolhem o que é melhor ou não", afirmou. O inglês explicou que a categoria atual não é atraente para os fãs verem pela televisão e seria interessante ter alguma mudança para facilitar mais disputas na pista. Neste domingo, o piloto da Mercedes lamentou que Interlagos não propicia pontos de ultrapassagem como outros autódromos e por isso a prova foi monótona, com o domínio do alemão Nico Rosberg. "Se tiver uma provável mudança, acho que deveríamos olhar como positiva para todos nós", disse o inglês. O companheiro de equipe dele concordou. "Sem dúvida sempre precisamos pensar em melhorar o nosso esporte". A Fórmula 1 prepara para 2017 uma nova grande mudança no regulamento, mas ainda não foi comentado sobre como facilitar ultrapassagens. A categoria tem se preocupado principalmente em devolver barulho aos carros, já que som abafado dos motores turbo, implantados em 2014, gerou críticas dos fãs. Assista aos programas da Record com o R7 Play

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1