domingo, 27 de março de 2016

"Alonso se salvou por pouco", afirma médico da Fórmula 1

"Alonso se salvou por pouco", afirma médico da Fórmula 1



Carro de Alonso ficou completamente destruído após acidente Getty Images No último domingo, o piloto Fernando Alonso viu, de novo, a sua vida passar diante de seus olhos, após sofrer um grave acidente no Grande Prêmio da Austrália. O carro do espanhol chegou a capotar e bater com forma no muro. Ele, no entanto, saiu totalmente ileso. Para o médico da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), doutor Jurgen Lindemann, Alonso teve sorte após a impressionante batida. "Quando um piloto experiente como Alonso se vê nas imagens voando pelos ares e saindo ileso pode dizer a si mesmo: "Este carro é o mais seguro possível". Mas não nos esqueçamos de uma coisa. Ele teve sorte. Se salvou por pouco", disse Lindemann em entrevista à revista alemã Der Spiegel, reproduzida pelo espanhol Mundo Deportivo. Para Lindemann, Alonso só não se acidentou gravemente porque os pilotos da Fórmula 1 nos dias de hoje estão fisicamente preparados.
"Eu não estava lá, mas tenho certeza que lhe doía tudo, ossos e músculos. Isso demora uma semana para melhorar e depois passa, por regra geral. Os pilotos têm corpos muito bem treinados e elásticos. Podem encarar algo assim", afirmou o médico. O acidente de Alonso aguçou o debate sobre a melhora no cockpit dos pilotos. Alguns defendem que este deve ser todo fechado, para maior segurança.  Outros, no entanto, acham que o carro não apresentará a mesma estética presente hoje. A decisão sobre este tema deve ser tomada no final do mês de abril Assista aos programas da Record no R7 Play

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1

sábado, 26 de março de 2016

FIA contraria pilotos e mantém formato polêmico de treino no próximo GP

FIA contraria pilotos e mantém formato polêmico de treino no próximo GP






Nico Rosberg venceu o GP da Austrália Getty Images A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) deu de ombros ao pedido dos pilotos e decidiu nesta quinta-feira que não vai alterar o formato do treino de classificação para a segunda etapa da temporada da Fórmula 1, dia 3 de abril, no Bahrein. As novas regras, que estrearam no GP da Austrália, causaram indignação dos pilotos, que foram unânimes nas críticas. Em carta assinada por Sebastian Vettel e Jenson Button em nome da Associação de Pilotos de Grandes Prêmios (GPDA, na sigla em inglês), eles pediram que as mudanças, que já haviam sido cogitadas pelo próprio Bernie Ecclestone, o chefão da F1, tivessem efeito imediato. "Os pilotos chegaram à conclusão de que o processo que toma as decisões no esporte é antiquado e mal estruturado e impede o progresso. Sentimos que algumas mudanças recentes nas regras tanto no âmbito esportivo como técnico, e também algumas diretivas empresariais, são perturbadoras, não enfrentam as grandes questões que enfrenta o nosso esporte e em alguns casos poderiam por em risco seu futuro êxito", diz o forte comunicado dos pilotos. Confira a página de automobilismo do R7 No domingo, antes mesmo da corrida em Melbourne, as equipes decidiram de maneira unânime que desejavam retornar à antiga forma de disputa pela classificação no grid. "Houve um encontro e decidimos retomar a fórmula dos anos anteriores para definir a classificação. Ainda precisa ser ratificado pela Comissão da F1, mas eu gostaria de saber quem defenderia o treino classificatório de sábado", afirmou na ocasião Toto Wolff, chefe de equipe da Mercedes, em entrevista ao site da Autosport. O problema é que a Comissão da F1 não aprovou essas mudanças. Nesta quinta, em encontro que contou com acionistas da F1, liderados por Ecclestone, as equipes e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), foi decidido que o treino de classificação manterá seu formato. "Vamos deixar as coisas como estão para esta prova (do Bahrein). Depois estudaremos para decidir se o que foi feito era o adequado, se não era o adequado, se precisa de modificação ou de anulação. Esta foi uma ideia da FIA, de modo que tenho que decidir que apoiaremos tudo que eles considerem o correto", avisou Ecclestone. As principais críticas para o formato de disputa pela pole position em 2016 aconteceram pela falta de ação durante o treino. No sábado, Lewis Hamilton fez um ótimo tempo e resolveu poupar o carro para a corrida. As outras equipes se contentaram com o que conquistaram e também acabaram por deixar os carros nos boxes.

Fonte: Automobilismo R7
Categoria: formula-1